Engenharia de software · Produto · Operação

Eu projeto, construo e coloco software em produção.

Trabalho onde arquitetura, produto e operação se encontram. Gosto de entender o problema inteiro, atravessar as camadas e entregar tecnologia que continua fazendo sentido depois do deploy.

Eu não separo código do que acontece depois dele.

Meu trabalho costuma começar antes da interface e terminar bem depois dela. Eu penso domínio, dados, contratos, experiência, infraestrutura, segurança e tudo aquilo que aparece quando um sistema deixa o ambiente controlado e começa a receber uso real.

Construo tecnologia na KD Tecnologia e também produtos próprios. Gosto de atravessar as camadas porque banco, API, frontend, infraestrutura e operação contam partes diferentes da mesma história.

Do problema à operação.

Não me interessa empilhar features. Prefiro sistemas coerentes, contratos claros, mudanças localizadas e decisões que sobrevivem ao uso real.

01

Arquitetura de software

Domínio explícito, responsabilidades bem separadas, casos de uso claros e abstrações que ajudam o sistema a ser compreendido em vez de esconder o problema.

02

Produtos digitais completos

Web, mobile e desktop conectados ao mesmo produto. Interface, API, autenticação, licenciamento, mídia, pagamentos e operação pensados como um único sistema.

03

Integrações confiáveis

Webhooks, provedores externos, idempotência, filas, estados, retentativas e reconciliação. Integração boa é aquela que continua correta quando a rede deixa de colaborar.

04

Infraestrutura e produção

Nginx, PHP-FPM, MySQL, Supervisor, permissões Linux, logs, workers, SMTP, hardening e deploy. Produção não é uma etapa posterior; é parte do projeto.

05

Problemas que atravessam a stack

Streaming, áudio, autenticação MFA, segurança, performance, SEO técnico, atualizações desktop e comportamento entre plataformas. Normalmente é aí que as coisas ficam mais interessantes.

Menos mágica. Mais causa e efeito.

Eu prefiro entender o fluxo real, encontrar a causa e alterar o mínimo necessário com precisão.

A

Arquitetura antes do improviso

Controllers finos, casos de uso claros, serviços com responsabilidade definida e código que conte a mesma história que o negócio.

B

Contrato antes de conveniência

APIs, eventos, integrações e estados precisam ser previsíveis. Atalhos que confundem o domínio quase sempre cobram juros depois.

C

Produção é parte do projeto

Logs, filas, serviços, SMTP, proxy, firewall, permissões e processo de deploy fazem parte da engenharia — não são detalhes de última hora.

D

Refatorar não é reescrever

Quando um ponto está errado, prefiro uma alteração pequena, localizada e verificável a reorganizar metade do projeto para resolver uma linha.

E

Interface também é engenharia

Hierarquia, estado, feedback, acessibilidade, fallback e comportamento responsivo precisam servir ao uso real. Bonito sem clareza é só ruído bem acabado.

Pontos fortes. E as arestas que vêm junto.

Eu prefiro deixar isso claro. Meu jeito de trabalhar entrega profundidade, mas também traz algumas exigências.

O que você ganha

Vou até a causa.Não gosto de tratar sintoma como solução.
Penso no sistema inteiro.Banco, domínio, interface, infraestrutura e operação não vivem separados na minha cabeça.
Aprendo fazendo.Quando uma área nova cruza o projeto, entro nela até conseguir decidir com contexto.
Não romantizo complexidade.Se uma solução menor, mais clara e mais segura resolve, prefiro ela.

O que vem junto

Baixa tolerância para solução cosmética.Um botão bonito não compensa fluxo errado.
Exigência com precisão.“Mais ou menos funciona” me incomoda mais do que deveria.
Clareza acima de cerimônia.Explicação longa que não muda a decisão rapidamente perde valor para mim.
Questiono o caminho pronto.Framework, padrão ou ferramenta precisam fazer sentido naquele sistema.
PHPLaravelMySQLTypeScriptReactReact NativeElectronLinuxNginxSupervisorFFmpegIcecastREST APIsQueuesWebhooksMFA

Eu não quero só escrever código. Quero entender o problema e colocar a solução de pé.

Se você precisa construir, integrar, estabilizar ou colocar um produto em produção, provavelmente é aí que a conversa começa.